Bolsa

Veja o andamento das principais bolsas no mundo

PSI 20 5.318,970 +15,730 +0,300%     DAX Xetra 7.248,580 +63,870 +0,890%     IBEX 35 7.875,000 +69,600 +0,890%     FTSE 100 5.793,780 +41,750 +0,730%     Dow Jones Industrial Average 12.837,350 +48,840 +0,380%     NASDAQ-100 (DRM) 2.600,480 +5,810 +0,220%     S&P 500 INDEX 1.391,030 +3,220 +0,230%     PSI 20 5.318,970 +15,730 +0,300%     MIB 30 15.553,620 +159,000 +1,030%     NIKKEI 225 9.366,800 +144,280 +1,560%     Hang Seng Index 21.743,199 +218,840 +1,020%     DJ Euro Stoxx 50 2.535,710 +16,030 +0,640%     BOVESPA 56.336,871 +94,750 +0,170%     AEX 0,000 0,000 0,000%     All Ordinaries Index 4.432,400 +41,700 +0,950%     AMEX 455,548 0,000 0,000%     BEL20 2.393,200 +25,000 +1,060%     IPC 42.018,930 +350,871 +0,840%     Refresh a cada 5 minutos...

sexta-feira, 8 de abril de 2016

80% dos jovens abusam dos fones de ouvido

Marcos Santos/ USP Imagens (31/10/2014)

Os adolescentes têm abusado do volume dos fones de ouvido. Pesquisa feita com estudantes de dois colégios particulares da cidade de São Paulo mostrou que quase 80% dos jovens ouvem música com fones de ouvido em volume superior ao limite considerado seguro. 

Realizado pela Proteste e Sociedade Brasileira de Otologia (SBO), o levantamento mediu o volume do som escutado por 68 estudantes dos Colégios Marista Arquidiocesano e Dante Alighieri e verificou que 79,4% dos alunos ouviam música em volume superior a 85 decibéis, limite para evitar lesões auditivas.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Brasil Mais Produtivo vai ajudar pequenas indústrias


Pequenas e médias indústrias podem se inscrever para participar do programa Brasil Mais Produtivo, lançado ontem pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior com objetivo de aumentar em pelo menos 20% a produtividade das empresas.

A iniciativa prevê o investimento em quatro setores prioritários: Alimentos e Bebidas,
A inscrição pode ser feita no site do Programa
Reprodução
Metalmecânico, Moveleiro e de Vestuário e Calçados.

A metodologia usada é a manufatura enxuta (lean manufacturing), baseada na redução dos sete tipos de desperdícios mais comuns no processo produtivo: superprodução, tempo de espera, transporte, excesso de processamento, inventário, movimento e defeitos.

O programa visa trazer ganhos de eficiência em curto prazo para as pequenas e médias empresas participantes, atuando na dimensão microeconômica da política industrial. O programa é uma iniciativa que pode ser ampliada para que estas empresas encarem um desafio importante, que é melhorar o padrão médio de desempenho da indústria brasileira. 

São aptas a participar do programa indústrias manufatureiras de pequeno e médio porte, que tenham entre 11 e 200 empregados e, preferencialmente, estejam inseridas em Arranjos Produtivos Locais (APLs).

Como funciona



Até o final de 2017, 3 mil empresas serão atendidas em todo o Brasil por 400 consultores do Instituto Senai de Tecnologia e das unidades do Senai. Os consultores serão treinados para aplicação das ferramentas de manufatura enxuta, focada no processo produtivo, que prevê intervenções rápidas, de baixo custo, com foco no aumento da produtividade da indústria.

Aspectos que merecem destaque nesta iniciativa são a relação custo-benefício e a possibilidade concreta de aferição de resultados.

O atendimento completo tem duração de 120 horas e o investimento por empresa é de R$ 18 mil. O Brasil Mais Produtivo subsidia R$ 15 mil, por empresa, e cada uma delas entra com uma contrapartida de R$ 3 mil, que poderá ser paga com o Cartão BNDES.  

Em 2017, as empresas participantes do Brasil Mais Produtivo contarão com uma reserva de vagas do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec MDIC) para atender às necessidades de qualificação profissional. Os consultores do programa serão responsáveis pela indicação da demanda por qualificação profissional da mão-de-obra.

Até maio deste ano, o programa será iniciado no Estado de São Paulo e em outros nove estados da Federação: Bahia, Ceará, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A meta é implantar as ações do Brasil Mais Produtivo em todas as Unidades da Federação até o final do ano.

Empresas interessadas devem fazer a inscrição por meio de formulário a ser preenchido no site do programa.

Assista vídeo sobre o programa:



Resultados esperados



O programa prevê resultados positivos em três níveis diferentes.

Nas empresas, são esperados ganho de produtividade, redução média nos custos de produção e aumento médio na capacidade produtiva.

Regionalmente, deve ocorrer impacto na produtividade e competitividade do APL, com fortalecimento da economia local e regional.

Também devem ocorrer benefícios setorialmente, com ganhos de competitividade, impacto direto nos setores e nos APLs, construção de ambiente favorável para novos programas e metodologias para produtividade.

A primeira fase do Brasil Mais Produtivo, que vai de abril de 2016 a maio de 2017, terá orçamento de R$ 50 milhões, dos quais R$ 25 milhões foram aportados pelo Sistema MDIC e os outros R$ 25 milhões pelo Senai.

APLs



Os Arranjos Produtivos Locais (APLs) são agrupamentos de empresas que têm objetivo de melhorar o desempenho produtivo. O programa vai aproveitar a capilaridade, a sinergia e os ganhos de competitividade e de escala que os APLs já dão às empresas para aumentar o resultado esperado setorial e localmente.

Os APLs apresentam ainda vantagens como a facilidade em organizar treinamento e capacitação de mão de obra, além de redução nos custos do programa e aumento tanto da visibilidade quanto do monitoramento dos resultados das ações empreendidas.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

KC-390 é apresentado ao governo brasileiro

O KC-390 é o maior e mais moderno avião projetado e fabricado no Brasil
Lula Marques/Agência PT

A presidente Dilma Rousseff, conheceu ontem, na Base Aérea de Brasília, o cargueiro militar KC-390, a maior e mais moderna aeronave projetada e fabricada no Brasil. 

O KC-390 tem 35,20 metros de comprimento e acomoda cargas de grandes dimensões em seu interior, como helicópteros, veículos e tropas; é capaz de realizar evacuação aeromédica, busca e resgate, combater incêndio florestal, entre outras missões. 


(clique na imagem para ampliar)
Trata-se de uma aeronave projetada para estabelecer novos padrões em sua categoria, com menor custo operacional e flexibilidade para executar uma ampla gama de missões: transporte e lançamento de cargas e tropas, reabastecimento aéreo, busca e resgate e combate a incêndios florestais, entre outras.

O comandante Jordão, piloto de ensaios da Embraer, disse que o KC-390 é um marco para a indústria brasileira.

“É uma aeronave estratégica e polivalente. Vai aumentar muito a eficiência e a pronta resposta da Força Aérea. Ela é fácil de pilotar por usar sistema fly by wire. Seus equipamentos modernos vão reduzir o custo de manutenção”, explicou.


Toda a tecnologia embarcada no avião foi desenvolvida com o apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e do BNDES. Mais de 50 empresas brasileiras também colaboram com o projeto, que conta ainda com participação da Argentina, de Portugal e da República Tcheca. A FAB utilizará a aeronave para substituir o Hércules C-130, empregado atualmente em operações como missões de busca e reabastecimento de outras aeronaves em voo.
 

Segundo o comandante, o KC-390 vai causar grande impacto nas operações da Força Aérea Brasileira (FAB) e já existem muitos países interessados, inclusive parceiros, visualizando a substituição de outras aeronaves por esta.

“Um país que não tem uma aeronave dessa categoria não tem capacidade de reação. No aspecto de defesa e segurança ela é uma arma vital. Não adianta só ter caças se não tiver uma aviação de transporte que dê o suporte para se manter em voo”.

A aeronave é resultado de um projeto conjunto da Embraer com a FAB para desenvolver e produzir um avião de transporte militar tático e reabastecimento em voo que representa um avanço significativo em termos de tecnologia e inovação para a indústria aeronáutica brasileira

terça-feira, 5 de abril de 2016

Aplicativo permite consultar FGTS pelo celular


A Caixa Econômica Federal lançou um aplicativo que vai permitir consultar o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por meio de smartphones. 

A vice-presidente interina de Fundos de Governo e Loterias da Caixa, Deusdina dos Reis Pereira, explicou que esse será um canal adicional de acesso às informações do
Os apps estão disponíveis para Android, IOS e WindowsPhone
Reprodução
trabalhador, mas o envio do extrato em papel e por SMS será mantido. “Ele (o contribuinte) pode optar por não receber mais em papel”, destacou, ao lembrar que mais de 76 milhões de brasileiros já usam smartphones.

“O trabalhador passará também a ser o fiscal da sua própria conta para que possa falar com seu empregador se necessário, em caso de atraso ou erro de processamento (no recolhimento do FGTS)”, explicou Deusdina.

Para acessar a ferramenta, é necessário fazer um cadastro. O trabalhador deverá criar uma senha de acesso e informar o Número de Identificação Social (NIS). Esse número pode ser encontrado nos extratos do FGTS, carteira de trabalho, com o empregador ou nas agências da Caixa.

Também foi apresentado o aplicativo Caixa Trabalhador, que traz informações sobre o PIS, o abono salarial e o Seguro Desemprego. Por meio dele, o trabalhador se informa sobre as condições para receber os benefícios, como requisitos, documentação e prazos.

As duas ferramentas estão disponíveis para downloads gratuitos para os sistemas Android, IOS e WindowsPhone. Os aplicativos também possuem um recurso de geolocalização, que mostra a agência da Caixa, sala de autoatendimento ou lotérica mais próxima.

O lançamento foi realizado na última nesta quinta-feira, durante reunião do Conselho Curador do FGTS.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Bandeira verde 'alivia' conta de luz em abril

25 usinas térmicas de eletricidade serão desligadas
EBC
A partir deste mês o consumidor deve ter um alívio na conta a luz. É que deste sexta-feira passada (1º de abril), a bandeira tarifária das contas de energia elétrica passou a verde, eliminando a taxa extra que era cobrada pelas concessionárias. Em março, esses fatores já tinham permitido a mudança da bandeira vermelha para a amarela. Agora a conta de luz dos brasileiros fica livre da taxa extra.

A mudança foi possível após o desligamento de mais usinas termelétricas, que têm custo

mais elevado, da inclusão de novas usinas de energia elétrica ao sistema elétrico brasileiro e da recuperação dos reservatórios das hidrelétricas. 

A mudança da bandeira amarela para verde a partir do dia 1º dia de abril foi anunciada em 25 de fevereiro pelo ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, após decisão em reunião extraordinária do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE).  Essa será a terceira vez em que haverá desligamento de térmicas mais caras, com reflexo de redução nos valores da conta de luz.

Serão desligadas mais 21 usinas térmicas, que somam cerca de 5 mil megawatts (4.981 MW),  com economia adicional para o setor elétrico de cerca de  R$ 10 bilhões no ano. Na reunião extraordinária do colegiado foi decidido acrescentar mais 14 usinas na lista de empreendimentos a serem desligados a partir de abril. Inicialmente, o CMSE havia deliberado, em sua reunião de fevereiro, desligar sete térmicas.

A primeira redução do total de térmicas ligadas no País ocorreu em agosto de 2015, quando foram retiradas do despacho de base as térmicas com o custo unitário acima de R$ 600/ MWh, o que permitiu redução da bandeira tarifária vermelha de R$ 5,50 para R$ 4,50 a cada 100 kilowatts-hora (kWh).

Em janeiro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), responsável pela aplicação das bandeiras tarifárias, fixou para fevereiro uma bandeira vermelha com custo ainda menor, de R$ 3,00 a cada 100 kWh, permitindo nova redução do gasto dos consumidores de todo o país com a conta de luz.

Em março, o CMSE decidiu desligar mais sete usinas, com custo entre R$ 600,00/MWh e R$ 420,00/MWh, colocando em vigor a bandeira amarela, com menor custo para o consumidor. A bandeira amarela representa R$ 1,50, aplicados a cada 100 kWh.



Histórico

Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias é acionado em período de escassez hídrica para sinalizar com precisão o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o uso consciente da eletricidade.

O sistema de bandeiras tarifárias foi regulamentado pela Aneel em dezembro de 2012. De julho de 2013 a dezembro de 2014, as bandeiras tarifárias foram divulgadas em caráter didático, sem a cobrança, com o objetivo de o consumidor conhecer o sistema.

A cobrança efetiva começou em janeiro de 2015 e, a partir de março desse ano, a divisão por submercado deu lugar a uma única bandeira para todo o sistema interligado nacional. A incidência da bandeira vermelha durante 2015 se deu em função do rigoroso período seco pelo qual o Brasil passou e que afetou principalmente os reservatórios das hidrelétricas e motivou a utilização das termelétricas para suprir o sistema.

quinta-feira, 31 de março de 2016

FGTS vai poder ser usado no empréstimo consignado


O trabalhador vai poder usar seu Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para contrair um empréstimo consignado, que é aquele empréstimo em que o desconto da prestação é feito diretamente na folha de pagamento.

O crédito consignado oferece dinheiro a juros menores
EBC/Arquivo
O Diário Oficial da União publicou ontem a Medida Provisória nº 719 que permite aos trabalhadores do setor privado contratarem crédito consignado utilizando até 10% do saldo do FGTS como garantia. O valor do empréstimo também pode ser de até 100% do valor da multa rescisória, no caso de dispensa sem justa causa.

Em nota divulgada ontem, o Ministério da Fazenda explicou que a iniciativa é para ampliar os empréstimos consignados aos trabalhadores do setor privado já que, atualmente, esta modalidade tem se restringido quase que exclusivamente aos servidores públicos e pensionistas do INSS.

Quem tiver interesse neste tipo de empréstimo vai precisar esperar um pouco mais.

É que o Conselho Curador do FGTS precisa definir alguns detalhes sobre esta operação tais como o número máximo de parcelas e a taxa máxima mensal de juros a ser cobrada pelos bancos. E a Caixa Econômica Federal, que é o agente operador do FGTS, precisará definir os procedimentos operacionais necessários à execução das novas regras. Isso tudo deve ocorrer nas próximas semanas.

A ideia de liberar o FGTS como garantia para o trabalhador tomar empréstimo consignado não é de agora. A medida foi anunciada pelo governo inicialmente no fim de janeiro, quando o Ministério da Fazenda destacou que sua aprovação era importante para conter o endividamento dos trabalhadores do setor privado.

E é justamente por causa do endividamento que o trabalhador deve usar com muito, mas muito cuidado este recurso.

O crédito consignado é um empréstimo financeiro oferecido pelos bancos com taxas de juros menores que as do cheque especial, empréstimo pessoal e do cartão de crédito. Ele vale a pena quando a pessoa usa este dinheiro, com juros em torno de 2 a 3% ao mês, para zerar dívidas com taxas maiores, como o cheque especial, que chega a 15% ao mês, ou o empréstimo pessoal, que beira 9% ao mês.

Mas o trabalhador não deve se enganar. A parcela do consignado cai direto na folha de pagamento e, assim, a pessoa não tem como evitar seu pagamento. Deste modo, o dinheiro do salário que ele receberá vai ficar menor até quitar todo o empréstimo. Então, se as contas estão apertadas e este dinheiro não é extremamente necessário, é melhor não fazer este compromisso.

O Ministério da Fazenda estima que a medida pode viabilizar operações que totalizem até R$ 17 bilhões. É muito dinheiro que, se não for usado com toda cautela, pode aumentar muito o buraco no endividamento das famílias brasileiras.

Afinal de contas, crédito consignado é como a rapadura: é doce, mas não é mole.

quarta-feira, 30 de março de 2016

Receita divulga o calendário de restituições do IR

A restituição do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física, referente ao exercício de 2016, ano-calendário de 2015, será efetuada em sete lotes, no período de junho a dezembro de 2016. 

A informação foi publicada na edição de ontem do Diário Oficial da União.

Segundo a Receita Federal, as restituições serão priorizadas pela ordem de entrega da declaração. O valor a restituir será colocado à disposição do contribuinte na agência bancária indicada na declaração. 


O primeiro lote será liberado no dia 15 de junho. Nos meses seguintes até setembro, o dia da liberação também é 15. Em outubro, será no dia 17, em novembro, 16 e em dezembro, dia 15.

Neste ano, os contribuintes podem entregar as informações até o dia 29 de abril e a expectativa da Receita é receber 28,5 milhões de declarações, 2,1% a mais do que as 27,9 milhões entregues em 2015.