Estas são algumas das conclusões de um estudo inédito
realizado nas 27 capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e
pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), divulgado ontem.

Consumo contra a vontade
De acordo com o estudo, pelo menos três em cada dez
entrevistados (30%) já se sentiram discriminados por um vendedor e acabaram
comprando o produto para provar que tinham condições financeiras de arcar com o
custo.
No mesmo sentido, 21% dos entrevistados disseram que
costumam acompanhar familiares ou amigos a lugares que extrapolam seu próprio
orçamento apenas para não fazer feio. Este percentual sobe para 24% entre
aqueles que são das classes C, D e E e cai para 15% entre os de maior renda.
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Fonte: SPC Brasil e CNDL
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Pelo menos seis em cada dez entrevistados (59%) admitem
que já ficaram “no vermelho” por adquirir algum bem que não precisavam ter
comprado, enquanto 33% dos entrevistados confessam que já deram um presente
muito acima de seu orçamento apenas para impressionar o presenteado. E 43%
quando compram um produto recém-lançado no mercado, fazem questão de exibir a
novidade para os amigos.
Entre os principais gastos declarados que os entrevistados tiveram ao longo de 2013, a maior parte se refere á itens básicos de primeira necessidade, como alimentação (67%) e moradia (49%), mas outras categorias de produtos, consideradas não tão essenciais também aparecem no topo da lista, como a aquisição de veículos (35%) e roupas (28%).
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